segunda-feira, 1 de agosto de 2011

SERÁ QUE DEUS É CULPADO?

PARA REFLETIR!

SERÁ QUE DEUS É CULPADO?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane
Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia
11 de setembro?'

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu,
tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas
escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção
se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas,
tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi
assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas
escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos
com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a
Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o
nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em
nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas
personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos
prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não
deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os
alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem
aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas,
quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de
mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma
apreciação natural do corpo feminino.

E nós dissemos:

'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de
se expressar e fazer isso'.

Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou
fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à
disposição da internet.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm
consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o
errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios
colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem
porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas
duvidamos do que a Bíblia diz e ensina.

É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também ''Crê'' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

sábado, 12 de março de 2011

Comentário sobre: “ CONTO DE ESCOLA” de Machado de Assis



O texto de Machado de Assis contempla a descrição detalhista na movimentação de um aluno do seu espaço físico caseiro até o ambiente escolar, com uma riqueza de movimentos, sons e localizações que faz o leitor tornar-se presente no cenário da estória.
A citação de nomes das ruas, a descrição da qualidade e do estado dos prédios na visão de quem caminha localiza o leitor dentro do texto, como se observasse de uma das janelas dos mesmos.
O tempo é medido e comentado em escalas proporcionais na medida em que, o sentimento se desenvolve na ação do personagem. Os pensamentos são observados, considerando o tempo em que lhes são necessários à sua recepção e decodificação.
Quanto à metodologia do mestre, trata-se de uma época em que o ensino era traduzido de forma a atender às expectativas de uma sociedade que adotava práticas adultizadas, que não levavam em consideração à necessidade real dos alunos, ou seja, no tempo em que fora escrito o conto, o crescimento individual do aluno não era o alvo do ensino, mas os interesses de uma sociedade que pleiteava por uma adequação política em sua realidade, por isso a desatenção ao sujeito e ênfase no método.
Em seu relacionamento os alunos demonstram, atitudes comuns a inúmeras gerações de alunos.
A troca de saberes, a relação de ciúmes, o fácil desenvolvimento intelectual de alguns em detrimento da dureza de raciocínio de outros, são estas questões que fazem parte do relacionamento de alunos de toda a história da humanidade.
O que se diferencia nesse contexto, é o tratamento que o educador dá a esses relacionamentos. A maneira que ele desfruta dessas ações para proveito pedagógico ou não.
No conto, ao professor não lhe era interessante observar as ações dos alunos para produzir o conhecimento, na sua ótica ele já existia e o que cabia aos alunos era a observação e a memorização de tais preceitos.
Uma visão ultrapassada em nosso tempo. O que o aluno vivenciou poderia ter sido ampliado e compartilhado a todo o grupo desse contexto, inúmeras lições e vários conhecimentos. O grande diferencial é que se aquele professor vivesse em nossa época, seria mais flexível e aproveitaria o fato  para  proporcionar muitos ensinos e os aplicaria a todos, causando assim, outra reação nos alunos, ao invés de ira e indignação e fuga da escola como se observou no texto, a curiosidade e interesse em conhecer mais .
Metodologia à parte, a grande característica de Machado de Assis tem que ser destacada. A sua capacidade, de escrever e concentrar o leitor dentro do cenário e provocar-lhes sentimentos dentro da trama, é única e sensacional.
Não apenas como educadores, ao observar descrição de aspectos educacionais, mas, muito mais como leitores, os textos de sua autoria podem ser descritos como envolventes e internalizadores de convicções e idéias. Vale à pena ler Machado de Assis.







FONTES DE REFERÊNCIA
ASSIS, Machado de. “Conto de escola”. Disponível em 10/03/2011, ás 09h13min em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000191.pdf.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Programa Especial de 

Treinamento para o Trabalho de

Evangelização Infantil
“Aquele que ensina, esmere-se no fazê-lo”
 Romanos 12.7b

ESTA É A OPORTUNIDADE PARA VOCÊ QUE JÁ EXERCE OU GOSTARIA DE SERVIR AO SENHOR NO MINISTÉRIO DO ENSINO NA SUA IGREJA, DE SE PREPARAR MELHOR PARA O MINISTÉRIO DE ENSINO, SEM DISPOR DE MUITO TEMPO OU RECURSO FINANCEIRO.

As aulas serão ministradas na
IGREJA CRISTÃ EVANGÉLICA DO VALE DO SOL, que fica na Rua Abaré n° 813- Vale do Sol - SJC/SP,
às quintas-feiras, das 19h30 ás 21h00.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Primeiro Semestre I – Formação do professor
-          INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO CRISTÃ
-          A LIÇÃO BÍBLICA
-          FAIXAS ETÁRIAS
Segundo Semestre II - Treinamento de liderança
-          TEOLOGIA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ
-          ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
-          MINISTÉRIOS ESPECÍFICOS

VAGAS LIMITADAS



PARTICIPE!

Para fazer sua inscrição entre em contato conosco
através do link abaixo enviando a mensagem INSCRIÇÃO - CURSO
E enviaremos a ficha para o seu e-mail,
bem como todas as informações necessárias.
Caso prefira o telefone para a inscrição
é 0(xx)12 8812.4334 (Simone).







domingo, 30 de janeiro de 2011

Comentário sobre a pesquisa publicada no Jornal O Vale, do dia 30/01/2011 a respeito da credibilidade da Igreja Católica no Brasil.

A Igreja tem o seu poder estabelecido na sociedade, não por causa de seu discurso cheio de ideologias e teses em defesa do mais fraco. Ela se mantém por força política que se apóia nas teologias da boa ação, o que transmite ao ser humano a sensação de estar protegido. Seu poder e influência políticas estão em toda parte, desde o grande volume de bens e áreas territoriais que são poupados de impostos às cifras exorbitantes de doações empresariais que visam escapar do Leão.
No entanto, com a ascenção social das classes E, D e C, que houve nos últimos anos a população escolarizou-se, conscientizou-se da necessidade de conhecer os bastidores da História da Humanidade, o que trouxe uma nova visão da política do nosso país e de como a Igreja está envolvida nela. Resultado: a evasão citada na reportagem.
Atrevo-me a afirmar, portanto, que ainda hoje a Igreja tem credibilidade, não porque é um exemplo de luta, ou por que os "concorrentes" estão em descrédito, mas porque uma boa parte de seus "fiéis", ainda não conhecem a verdadeira história de seu fundamento, ou a dinâmica de seu funcionamento. Muitos deles ainda não folheam sequer as páginas de seu livro guia, a Bíblia, e se o fazem não o compreendem necessitando de uma interpretação tendenciosa.
A educação ampla e verdadeira pode mudar esse cenário. Mas a quem interessa o crescimento intelectual do brasileiro? Apenas a ele mesmo. O que faz tornar tão difícil o seu acesso. A liberdade do cidadão está ligada ao conhecimento da mesma, uma vez que não se conhece permanece-se preso ou escravo daquele que detém o conhecimento.
Isso precisa mudar!
Se a Igreja sente-se ameaçada, ameacemo-la. O brasileiro precisa conhecer para firmar suas crenças onde decidir ou quiser. Educação e conhecimento ao alcance de todos em litros e recusa às gotas esmoladas de pessoas zelosas por seu território.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O TEMPO

Não se apressa o tempo
não se conduz o tempo
não se incomoda o tempo
o tempo, aguarda-se.

Aguardam-se as horas
aguardam-se os minutos
aguardam-se os anseios
aguardam-se os fatos.

Não se apressam os fatos
Não se conduzem as horas
Não se incomodam os minutos
Apenas aguardam-se o tempo, os fatos.

Anseios, tempo, fatos.
Espera-se
Aguarda-se
Comemora-se.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Corrigindo o foco da oração.

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"A oração do cristão deve deixar de ter seu foco no resultado do pedido, e concentrar-se no processo que envolve o relacionamento com Àquele que pode dar solução às questões que envolvem nosso cotidiano."

Educadora Simone